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Por que buscamos pertencer?


Para chegar nessa resposta, precisamos voltar lá no comecinho das nossas vidas. Por isso, vou começar esse post falando sobre a nossa primeira experiência de pertencimento, que é a relação simbiótica que acontece entre mãe e bebê...


A criança nasce, literalmente, acoplada com a mãe. Na gestação os dois se confundem como um só, o que a mãe come, o bebê come, o que a mãe sente, o bebê sente... Na barriga da mãe estamos em um lugar seguro, com todas as nossas necessidades atendidas.


Aos poucos, a criança vai crescendo, vai se descolando da mãe e entendendo que entre ela e a mãe existe um mundo. E a criança deixa de ser eu-com-a-mãe e passa a ser eu-com-o-mundo.


Contudo, qual é o registro primitivo que fica em nós? Que na experiência de fusão, de simbiose, encontramos segurança, nutrição, acolhimento, calor, afeto, pertencimento...


Corta para a vida adulta... Qual é a experiência adulta mais parecida com uma simbiose?

Acertou quem respondeu – sexo!


Na relação sexual temos dois corpos se fundindo em uma experiência de unidade. Vocês conseguem perceber, do ponto de vista imagético, como isso remonta a uma experiência simbólica de nascimento?


Sexo é fusão e fusão é simbiose! A experiência de estar em uma relação pode aumentar as nossas chances de estar feliz e completo, porque nos sentimos pertencentes.


“Caio, então existe mesmo uma simbiose do amor?”. Essa resposta de milhões só no próximo post! Continua comigo aqui no insta que você vai descobrir!


Já tinha parado para pensar como a relação sexual remonta a experiência simbiótica da infância? Como buscamos nos relacionamentos esse lugar de segurança, afeto, nutrição e pertencimento?


Fez sentido pra você? Conta pra mim aqui nos comentários...


Bjpro6

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