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Gay

O que é?

Assiste o vídeo que eu te conto um pouco mais... 

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Um retiro só para homens gays?

Todo menino quer ser amado por seus pais e valorizado pelos que o cercam, acreditando assim que terá um futuro brilhante, simplesmente, por ser quem é…

Porém, antes mesmo de sua infância acabar, o menino gay aprende que amar outros homens é errado. E mais, que o amor que ele sente é um dos motivos pelos quais ele é rejeitado e que esse amor será seu grande inimigo. Assim, se quiser sobreviver, terá que esconder sua identidade e suprimir seu amor.

Mas, a sexualidade se mistura a outras questões, por exemplo: o menino que canta e dança é chamado de “viado”, o menino sensível é “viado”, o menino que chora é “viado”, o menino carinhoso, criativo, social, expontâneo… tudo o que foge ao padrão “futebol e agressividade” vira “coisa de viado". Por causa dessas experiências inicia-se o processo chamado de compartimentalização (ida ao armário).

Na adolescência, o processo se solidifica e o menino gay se vigia ferozmente, não é apenas a sexualidade que fica impedida de aparecer, toda a expressão de sua identidade real se prejudica.

Sentir-se profundamente diferente nos primeiros anos irá alterar, inevitavelmente, a autopercepção desse homem. Tornando-o autovigilante, rígido consigo, desconfiado nos relacionamentos e com medo de se revelar de verdade, privando a si mesmo de construir relações íntimas.

Assim, a compartimentalização se completa e as consequências dela são conhecidas na comunidade gay: dificuldade de se vincular nas relações; medo de envolvimento emocional; sexo casual e mecânico; desconfiança generalizada; compulsões (por sexo, por trabalho, pelo corpo perfeito e etc); vício em aprovação; um grande sentimento de vazio existencial e etc.

A compartimentalização costuma produzir identidades falseadas, sujeitos reprimidos ou que se rebelam ao invés de experimentar uma identidade autêntica.

Os reprimidos aprenderam a se revelar de forma introvertida, afinal, ser homem é ser discreto. E podem se tornar muito intelectuais, indo muito bem na escola, com ótimas notas e ótimo comportamento. Tímidos, com poucas habilidades sociais, poucos amigos, geralmente, muito próximos das mães, frequentadores de igrejas…

Se tornam “bons meninos”. O que está no inconsciente é “se eu for perfeito, talvez eu consiga o amor de alguém”.

Os rebeldes seguem por um caminho oposto, usando o álcool e outras drogas como escape da realidade. E acabam fazendo escolhas de autodestruição com abuso de experiências sexuais desprotegidas, alto nível de ansiedade e grande sensação de inadequação.

O que está no inconsciente é: “já que eu não vou ser amado e que não tenho valor, vou me destruir”.

Diversos estudos apontam para as consequências de uma vida dentro do armário para o homem gay, entre essas consequências estão: transtornos psiquiátricos (1), transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), depressão, abuso de substâncias e transtornos de ansiedade (2), altos níveis de abuso de substâncias, suicídio, problemas familiares e escolares (3), depressão e transtorno de pânico quando comparados com homens heterossexuais (4).

Por fim, 'sair do armário' com a sexualidade é apenas o primeiro passo.

Também é preciso se curar de todas as feridas provocadas pelos anos vividos no armário.

1- (Cochran & Mays, 2000; Cochran, Sullivan, & Mays, 2003; Gilman et al., 2001), 2- (Martell, Safren, & Prince, 2004), 3- (Abelson, Lambevski, Crawford, Bartos, & Kippax, 2006; Corliss, Rosario, Wypij, Fisher, & Austin, 2008; Cox, Van den Berghe, Dewaele & Vincke, 2008; Marshal, Friedman, Stall, & Thompson, 2009;), 4- Cochran et al., 2003).

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Como funciona na prática?

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Quando?

O Mergulho Gay 2023 acontecerá do dia 20 ao dia 23 de abril (no feriado de Tiradentes) em um espaço a 1h30 de São Paulo.

 

Uma semana antes do evento abriremos grupos para a organização de caronas.

 

Início: quinta feira às 19h.

Encerramento: domingo às 16h.

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Perguntas Frequentes:

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1 - Sou inseguro e tímido, não sei se consigo ir sem conhecer ninguém:

No Mergulho cada participante recebe um psicólogo que irá acompanhá-lo durante os quatro dias de evento. É com esse profissional que você vai vivenciar todas as experiências e ele irá cuidar de você de perto!

Você também terá uma dupla de confiança, uma pessoa do próprio grupo que servirá de companhia para você durante todo o processo. Então, você não ficará sozinho! Além disso, você nunca será obrigado a falar na frente do grupo, aliás, você não será obrigado a nada. Você será convidado gentilmente a avançar, mas a escolha será sempre sua.

2 - Qual a diferença do Mergulho para um evento de coach ou acampamento de espiritualidade?

O Mergulho foi construído com bases em estudos científicos da psicologia, tudo o que é feito no evento é pensado tecnicamente.

Não há um pensamento místico, religioso ou metafísico por trás do evento. Tampouco trabalhamos com processos motivacionais ou de autossugestão, pois queremos promover mudanças que sejam duradouras e permanentes.

E, o mais importante, temos autorização de entrar em questões profundas e patológicas que coaches e terapeutas holísticos não têm formação, nem autorização para tratar.

Assim, não iremos abrir algo com você e depois não dar conta de fechar. Você será cuidado por profissionais da área da saúde com formação para abrir e tratar suas feridas emocionais.

3 - Posso ir para o Mergulho com um amigo, namorado ou familiar?

Sim, você pode. Porém, vocês irão participar da maioria das atividades separadamente, terão psicólogos diferentes, quartos diferentes... Enfim, o processo será individual e não poderão estar no mesmo grupo, para preservar a liberdade de cada um de vocês.

4 - Existe alguma preparação antes do evento?

Sim, para participar do Mergulho você terá que responder mais de 50 questões sobre sua vida, afinal, apesar de muitas atividades em grupo, o evento é feito para cuidar individualmente de cada pessoa. Então, os psicólogos estudam o material que você irá enviar para saberem como te ajudar a passar pelo processo da forma mais terapêutica possível.

5 - Estou no armário, o Mergulho é pra mim?

O Mergulho será uma ótima oportunidade de você construir uma rede de amigos que poderão te apoiar nessa jornada. Você pode se sentir seguro, já que todas as pessoas envolvidas no evento serão pessoas LGBT e que entendem a dificuldade de se assumir e estarão lá para apoiar seu processo.

6 - Nunca fiz terapia, posso ir no Mergulho?

Não só pode, como deve! O mergulho será uma ótima oportunidade de você conhecer um processo terapêutico com psicólogos, de saber como se sente, de descobrir coisas sobre você que você nem imaginava. Além disso, lá você terá contato com diversos psicólogos e poderá encontrar alguém com quem você se sente seguro para começar terapia depois, caso esse seja seu desejo.

7 - Já faço terapia, devo ir ao Mergulho?

Com certeza! Tudo o que acontece na terapia individual se dá entre você e o seu terapeuta, no máximo, você consegue contar para ele como você reage às outras pessoas. No Mergulho, o terapeuta consegue ver seus comportamentos acontecendo ali na frente dele, não só com ele mesmo, mas com o grupo.

Além disso, existem alguns comportamentos que, dificilmente, aparecem no consultório, mas que, com certeza, vão aparecer no Mergulho, pela própria característica do evento, que é construído para te proporcionar essas experiências. Acredite, depois do Mergulho, você terá muito material novo para levar a sua terapia!

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Ainda com dúvidas?

clica no botão abaixo para receber um pdf com detalhes do programa, as bases teóricas que fundamentam o evento, informações sobre a equipe de psicólogos e mais...

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Condição Especial de 2º lote

Em até12x de

R$284,00

ou à vista (no pix) com desconto por

R$3.200,00

Nesse valor está incluso: hospedagem, alimentação (café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia), atividades e material.

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Quem é Caio Graneiro:

Olá, eu sou o Psicólogo Caio Graneiro, criador do Mergulho.

Sou formado em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie; pós-graduado em Psicologia Sexual; tenho formação internacional em "Existential Well-being Counseling: A Person-centered Experiential Approach" pela universidade Belga KULeuven; pós-graduado em Neurociências e Comportamento pela PUC; e pós-graduando em Psicanálise também pela PUC. Sim, eu sou um estudioso, mas o que importa mesmo é que sou um apaixonado pelo que faço e amo contribuir para o crescimento real das outras pessoas.

Estudo e produzo sobre a homossexualidade há mais de 10 anos, atendendo

pacientes gays ao redor do mundo todo, dou supervisão e cursos

de formação para capacitar psicólogos a atender pessoas LGBT e tenho

grupos de estudos e palestras sobre o tema.

Trago para o Mergulho anos de experiência com as necessidades reais

dos homens gays, para te ajudar a sair do processo

de compartimentalização e poder ter orgulho de ser quem você é!

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