A igreja continua expulsando aqueles que Jesus quer acolher


A gente está acostumado a ver Jesus pintado com um homem manso e “deboísta”, que estava sempre falando sobre o amor de forma clara e tranquila. Mas, se você se interessar e for lá ler o Jesus que a Bíblia apresenta, ele era um cara que dizia o que tinha que ser dito, que não levava desaforo para casa, que saía enfurecido expulsando os vendedores do templo e, principalmente, ele era um cara que defendia as minorias.


Ele andava com aqueles que ninguém queria andar. Jesus estava cercado por prostitutas, leprosos, cobradores de impostos, o que em uma atualização seria como se hoje ele andasse com travestis, gays, moradores de rua...


A maioria das pessoas que não tem espaço nas grandes igrejas, que não são bem-vistas e benquistas, essas mesmas que você vê na TV os pastores falando mal, dizendo que elas merecem o inferno, essas são as pessoas com as quais Jesus mais se relacionava.


Se o nome cristão faz referência aqueles que seguem a Cristo e Cristo andava com as minorias, será que dá para chamar de cristão alguém que tem preconceito com as minorias? Será que dá para chamar de cristão alguém que condena ao inferno aqueles com quem Jesus se assentava e se relacionava de perto?


A minha pergunta é: Você se parece mais com Jesus quando se assenta com os gays, travestis e outras minorias ou quando se reúne com a sua rodinha de amigos para falar mal dessas pessoas?


A fé sem obras é morta e estamos cansados de um cristianismo sem Cristo.


Deixo aí minha reflexão para todos, especialmente, para os que se dizem cristãos!


Bjpro6


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