Técnicas utilizadas para promover a “cura gay”


Ter vergonha da sua orientação sexual, ou ser uma vergonha para a família por causa dela, levou milhares de pessoas a serem submetidas (muitas vezes, contra a própria vontade) a técnicas invasivas, que prometiam a “cura gay”.


Durante anos (e ainda hoje), médicos, psiquiatras, psicólogos entre outros profissionais, vendiam tratamentos para reverter a orientação sexual de seus pacientes.


Um dos métodos empregados era a insulinoterapia, que causava choques e induzia o paciente ao coma.


Também usavam a “convulsoterapia”, em que o medicamento cardiazol era injetado no paciente em quantidades crescentes para que ataques epiléticos fossem forçados. O efeito era semelhante ao do eletrochoque.


Ou uso de medicamentos antidepressivos, para “controlar os instintos” homossexuais dos pacientes. E tratamentos de estrogênio para reduzir a libido nos homens.


Terapias de choque não eram incomuns, e os eletrochoques eram utilizados, primeiro, em uma baixa intensidade, depois com frequências mais pesadas.


Além da terapia de aversão, com pacientes levando eletrochoques ou tomando medicamentos que provocavam fortes náuseas, enquanto assistiam a filmes eróticos homossexuais, com o intuito de gerar desinteresse pelo mesmo sexo.


Além de nenhum desses pseudotratamentos terem funcionado, nem terem comprovação científica, ainda podem levar os pacientes à depressão, ansiedade, baixa autoestima, pensamentos suicidas, abuso de drogas e comportamentos sexuais de risco.


Bjpro6

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