Mamãe, vá pra pqp!


Sim, este é um Psi Confronta daqueles polêmicos e que pode trazer desconforto para muitas pessoas. Mas, a verdade é uma só! Não é porque a sua mãe foi boa, amorosa e atenciosa, que a de todo o mundo também foi assim.


Existe uma cultura de exaltação da maternidade, como se mãe fosse santa, sagrada e perfeita. Mas saiba, existem mães que são violentas, abusivas, destrutivas e perversas com os seus filhos. E é um peso, um fardo, uma grande dificuldade quando você teve uma mãe terrível, ter que ficar justificando para todo mundo que passa em sua vida, que você não se relaciona com a sua mãe porque ela não merece, porque ela não foi uma boa mãe.


Não julgue a mãe do outro a partir da sua, você pode não compreender como um filho rejeita a própria mãe, porque a sua mãe foi uma boa mãe, mas você não sabe como foi a mãe dele. “Ah, Caio, mas eu posso perguntar e a pessoa me contar?” – Não! Porque a dor de ter tido uma mãe terrível é muito profunda.


Pessoas que tiveram mães terríveis não saem falando por aí, elas têm vergonha, muitas sentem que o problema foi com elas, que elas não tinham valor, o que é uma grande mentira. Nenhuma criança não tem valor. Existem sim mulheres que não tiveram condições de serem mães, que eram problemáticas, psicologicamente instáveis e violentas e isso tem a ver com elas, não com os filhos.


Porém, para alguém que teve uma mãe como essa é muito dolorido falar sobre isso. Então, a próxima vez que você for julgar a relação de alguém com a mãe, pense duas vezes, você pode estar achando que aquela pessoa teve uma boa mãe, quando na verdade o que ela teve foi um monstro.


Quem está longe julga, quem está perto compreende.



E se você é um homem gay e quer se tornar mais consciente e entender como a relação com os seus pais e outros fatores influenciam em quem você é, venha para a Comunidade Gays Conscientes!


Bjpro6


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