5 Sofrimentos inconscientes de quem foi abandonado pelo "Pai" que influenciam suas relações


Se você viveu um abandono paterno, sabe o quanto isso é doloroso e marcante.


Talvez, o que você não sabe é que os sofrimentos inconscientes envolvidos nessa experiência exercem uma forte influência em sua vida e na forma como você constrói seus relacionamentos.

Veja o que pode estar acontecendo com você:

Culpa

Você acredita que foi abandonado por causa de alguma coisa que você fez, por isso, tenta se convencer de que poderia ter feito algo diferente para manter o seu pai ao seu lado.


Quando um pai abandona um filho, isso é única e exclusivamente escolha dele!


Não há nada de errado ou mesmo de positivo que uma criança possa fazer para produzir ou evitar um abandono.


Manter-se aprisionado na culpa, faz com que você desenvolva uma crença de que tudo o que acontece tem a ver com você. Isso pode ser uma armadilha que te mantém preso em relacionamentos não saudáveis, onde você acredita que nunca é suficiente e mesmo quando você está com a razão, acaba se submetendo por medo de ser novamente culpado.


Inferioridade


A sua relação com o seu pai deveria ter sido uma das suas primeiras experiências de amor. Ela te ajudaria a ter recursos para se relacionar consigo mesmo e com o mundo de uma forma mais saudável.


Quando isso não acontece, você fica com uma falsa sensação de que você não é merecedor, seja de amor, de presenças ou de dedicação.


Você acaba vivenciando uma posição de inferioridade em relação ao outro, o que prejudica muito a sua auto-estima e te leva a experimentar muita insegurança.


Quando um pai trata um filho como inferior, isso diz respeito da própria sensação de inferioridade vivida por esse pai, ele projeta no filho o próprio fracasso.


Como adulto você deve tomar cuidado para que não trate como normal alguém te inferiorizando, suas relações devem potencializar quem você é e te ajudar a ser o melhor de você mesmo.


Rejeição


Se o seu pai não foi fisicamente embora, mas se manteve ausente durante toda sua infância, você pode ter crescido com um forte sentimento de rejeição. Você cresceu achando que ele não te amava ou simplesmente que você não era interessante.


É provável que ao entrar em um relacionamento você acabe com alguém muito indisponível, que tenha muitos afazeres e que tenha pouco ou nenhum tempo para estar com você.


O fato é que, inconscientemente, você está repetindo aquele padrão de rejeição sofrido na infância. Você não tinha como fazer diferente quando criança, mas agora tem, mas, para isso, precisa se aprofundar nas questões da sua história que estão inconscientes e trazer-las à consciência.


Medo de vínculos afetivos


Se você experimentou o sentimento de abandono pode ter desenvolvido alguns medos, dentre eles, o medo de perder as pessoas.


Viver diariamente com a sensação de que será abandonado pode gerar atitudes que mantém o outro distante. Você não confia, não se entrega, não dá a chance. Quando o outro se vai você justifica: “Ta vendo, ainda bem que eu não confiei”, mas esquece de ver que o outro só se foi porque nunca teve a chance de realmente ficar.


Eu sei que não é fácil romper esse ciclo, mas também sei que repetir esses comportamentos só prolonga e aumenta o seu sofrimento.


Não seja um abandonador! Dê a chance para si mesmo e para o outro, às vezes, as pessoas escolhem ir embora e isso não significa que estão te abandonando.


Desconfiança


Como seu pai te machucou, quando deveria cuidar de você, se tornou difícil acreditar que as pessoas merecem confiança.


Então você pode ter se tornado um grande desconfiado: quer saber onde está a pessoa amada, com quem está, fazendo o que e etc… Não percebe que, infelizmente, você se tornou um controlador.


Puxa! Como é pesado viver assim, não é?


Eu te entendo


Eu sei que é, porque já fiz isso muitas vezes…


Te digo que esses tópicos fazem parte da minha própria história. Eu vivi o abandono paterno e sei o quanto tudo isso dói, pesa e limita, mas só até certo ponto.


Digo dessa forma, porque após fazer terapia, descobri que a chave para a mudança está nas minhas mãos e de mais ninguém.


Durante a minha participação no Mergulho Pessoal, que me peguei olhando para essa chave e questionando se eu estaria utilizando toda a potência que ela carrega.


Durante o evento, pude viver várias experiências que me ajudaram a me expandir, em possibilidades, potencialidades, força e conhecimento sobre mim, minha vida e meu desenvolvimento.


Após ter sido cuidada com tanto carinho e profissionalismo, decidi retornar ao mergulho, mas dessa vez como psicóloga e estarei lá, pronta para te receber e cuidar de você.


Beijos

Psicóloga Carla Cristina Pádua

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